Enquadramento

Indice de Qualidade da Água

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Valores médios de IQA entre 2010-2024

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O Índice de Qualidade da Água (IQA) é um indicador composto por nove parâmetros físicos, químicos e biológicos: temperatura da água, pH, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes termotolerantes, nitrogênio total, fósforo total, sólidos totais e turbidez.

O IQA pode ser representado por categorias:

  • Péssima: 0-25
  • Ruim: 26-50
  • Razoável: 51-70
  • Boa: 71-90
  • Ótima: 91-100

O gráfico abaixo mostra a evolução do IQA em corpos hídricos localizados nos ambientes rural e urbano entre 21010 e 2024. Rios e reservatórios localizados em áreas urbanizadas apresentam médias de IQA mais baixo, indicando o comprometimento da qualidade da água nas cidades.

Médias de IQA nos meios rural e urbano

Oxigênio Dissolvido na Água

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Valores médios e deconformidade de OD entre 2010-2024

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O Oxigênio Dissolvido na Água (OD) é fundamental para a vida em ecossistemas aquáticos. Sua concentração diminui com a poluição por matéria orgânica (como esgotos), pois o processo de decomposição consome oxigênio. Níveis críticos, especialmente abaixo de 2 mg/L, ameaçam a sobrevivência dos peixes. Por isso, o OD é um parâmetro chave no monitoramento da qualidade da água, realizado em pontos estratégicos para avaliar e gerir a saúde de rios e lagos.

A Resolução CONAMA nº 357/2005 define os níveis mínimos de OD para rios e lagos de acordo com sua Classe de Qualidade:

  • Classe 1: mínimo de 6 mg/L
  • Classe 2: mínimo de 5 mg/L
  • Classe 3: mínimo de 4 mg/L
  • Classe 4: mínimo de 2 mg/L

Além de valores médios de OD na água, o mapa indica a frequência com que esses limites são descumpridos nos pontos de monitoramento. Para trechos sem enquadramento, o padrão da Classe 2 é usado como referência na análise.

O gráfico abaixo mostra a evolução do OD em corpos hídricos localizados nos ambientes rural e urbano entre 21010 e 2024. Rios e reservatórios localizados em áreas urbanizadas apresentam médias de OD mais baixo, indicando o comprometimento da qualidade da água nas cidades.

Médias de OD nos meios rural e urbano

Demanda Bioquímica de Oxigênio

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Valores médios e desconformidade de DBO entre 2010-2024

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A Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) indica a quantidade de oxigênio consumida nos processos biológicos de degradação da matéria orgânica no meio aquático. A DBO de uma amostra de água é geralmente medida em laboratório, por meio de um bioensaio realizado em condições controladas. A DBO é um bom indicador da poluição por cargas orgânicas nos corpos hídricos, como os esgotos domésticos.

A Resolução CONAMA nº 357/2005 define os níveis máximo de DBO para rios e lagos de acordo com sua Classe de Qualidade:

  • Classe 1: máximo de 3 mg/L
  • Classe 2: máximo de 5 mg/L
  • Classe 3: máximo de 6 mg/L

O mapa apresenta valores médios de DBO e a frequência com que esses limites são descumpridos nos pontos de monitoramento. Para trechos sem enquadramento, o padrão da Classe 2 é usado como referência na análise.

O gráfico abaixo mostra a evolução da DBO em corpos hídricos localizados nos ambientes rural e urbano entre 21010 e 2024. Rios e reservatórios localizados em áreas urbanizadas apresentam médias de DBO mais baixa, indicando o comprometimento da qualidade da água nas cidades.

Médias de DBO nos meios rural e urbano

Fósforo Total

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Valores médios e desconformidade de fósforo total entre 2010-2024

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O fósforo é geralmente como o nutriente limitante para o crescimento da flora aquática. Um aumento da sua concentração na água estimula o crescimento excessivo de algas e planta, principalmente em ambientes lênticos, como os lagos. Esse processo, conhecido como eutrofização, resulta na degradação da qualidade da água e na restrição de seus usos nos mananciais.

A Resolução CONAMA nº 357/2005 define os níveis máximo de fósforo total para rios (ambientes lóticos) e lagos de acordo com sua Classe de Qualidade:

  • Classe 1 em ambientes lênticos: máximo de 0,02 mg/L
  • Classe 2 em ambientes lênticos: máximo de 0,03 mg/L
  • Classe 3 em ambientes lênticos: máximo de 0,05 mg/L
  • Classe 1 em ambientes lênticos: máximo de 0,15 mg/L
  • Classe 1 em ambientes lóticos: máximo de 0,1 mg/L
  • Classe 2 em ambientes lóticos: máximo de 0,1 mg/L
  • Classe 3 em ambientes lóticos: máximo de 0,15 mg/L
  • Classe 4 em ambientes lóticos: máximo de 0,15 mg/L

Valores médios de fósforo total são apresentados no mapa, bem como a frequência com que esses limites são descumpridos nos pontos de monitoramento. Para trechos sem enquadramento, o padrão da Classe 2 é usado como referência na análise.

O gráfico abaixo mostra a evolução do fósforo total em corpos hídricos localizados nos ambientes rural e urbano entre 21010 e 2024. Rios e reservatórios localizados em áreas urbanizadas apresentam médias de PT mais baixa, indicando o comprometimento da qualidade da água nas cidades.

Médias de fósforo total nos meios rural e urbano